A CIVA constrói o software técnico que falta - dentro da operação que já existe, em volta do processo que já roda. Escopo escrito, critério de pronto testável e responsabilidade contratual pelo resultado. Nunca por hora.
| lote | 14 · quadra C |
| memorial | área 360,00 m² |
| projeto | área 357,42 m² |
| Δ | 2,58 m² · DIVERGENTE |
| origem | memorial p. 7 §3 · DXF layer LOTE-LIM |
| lote | 15 · quadra C |
| frentes | 12,00 + 12,00 + 11,50 m |
| testada | 35,50 m |
| Δ | 0,00 m · CONFORME |
Loteamento, urbanização, incorporação. Memorial × DXF × prancha, atributo a atributo, com laudo rastreável até a origem.
Ver a conferência → 02 · engenharia embarcadaMedição, dossiê, parecer, controle de revisão, acervo. O módulo nasce do processo que já existe na sua casa.
Ver como funciona →Trabalhos técnicos conduzidos em conjunto, em operação real - não em ambiente de demonstração.
Na maioria das operações de loteamento, a conferência entre o memorial descritivo e o projeto é feita à mão, por engenheiro sênior, lote a lote. É trabalho caro, lento e sem rastro - e é o tipo de erro barato de achar na prancha e caro de achar no cartório. A CIVA automatizou essa etapa. Ela roda hoje em empreendimento real, em produção.
Os dois documentos são lidos e reconciliados juntos. Conferir contra apenas um deles é conferir metade do projeto - e é assim que a divergência sobrevive até a obra.
Toda diferença encontrada é reportada e classificada. Nenhuma é suprimida por ser pequena. Quem decide o que é aceitável é o responsável técnico, com a lista inteira na mão.
Todos os atributos da matriz acordada foram avaliados, sem exceção silenciosa.
Cada divergência aparece classificada e localizada, com referência ao trecho do memorial e ao elemento do projeto.
O estudo abre em qualquer navegador, sem instalar nada, e pode ser anexado a um processo.
Reprocessar o mesmo par de arquivos produz exatamente o mesmo resultado.
Um arquivo só. Em cinco dias úteis eu devolvo a lista de inconsistências que ele tem por dentro: área declarada que não fecha com o perímetro, soma de frentes que não bate com a testada da quadra, azimute que não amarra. Se vier o DXF junto, eu comparo os dois documentos e a lista fica bem maior.
Toda operação de engenharia com norma, contrato e auditoria tem pelo menos uma. Medição, dossiê, parecer, controle de revisão, acervo - alguma etapa que não coube na tela e virou planilha, e-mail e memória de quem está há mais tempo na casa. É quase sempre o processo mais caro da empresa, e o único que ninguém mede.
A CIVA constrói o software técnico que falta ali. Ele nasce do processo que a sua equipe já executa, roda dentro da operação e passa a ser mantido junto com ela.
Uma hora com quem opera o processo - não com quem o descreve. Sem apresentação e sem slide. O objetivo é ouvir o fluxo do jeito que ele realmente acontece, com as planilhas paralelas incluídas.
Duas páginas: o processo real, os três pontos que mais consomem tempo com horas por mês calculadas a partir dos números que a sua própria equipe falou, e qual deles vale atacar primeiro.
O que entra, o que fica fora, a data e a frase de critério de pronto que os dois lados assinam. O preço nasce aqui, depois de o custo do atrito já estar na mesa - nunca antes.
Construído e homologado contra os dados reais da sua operação. Depois dele vem o próximo, no ritmo da empresa - com operação, correção e evolução contratadas.
Uma sessão. Duas páginas. Cinco dias úteis.
O Mapa de Atrito é entregue mesmo que a conversa não avance - e ele fica com você.
Qual é a planilha que roda do lado do sistema oficial aí na sua operação? Se for do tipo de problema que eu resolvo, eu digo - e aí sim marcamos a hora com quem opera o processo. Se não for, eu digo isso também.
Não são valores de parede. São as cláusulas que o cliente pode cobrar - e o motivo pelo qual esse trabalho não é consultoria com outro nome.
Hora vendida não tem critério de pronto - e faz o fornecedor ganhar quando o trabalho demora. O que se contrata aqui é trabalho concluído e a responsabilidade sobre o resultado.
Se hoje não dá para escrever a frase de pronto que os dois lados assinam, o trabalho não começa. Prazo sem escopo escrito vira dívida de quem entrega, e não é assim que se começa.
A homologação é feita contra um caso real da sua operação, de preferência um que você já entregou e cujo desfecho conhece. É o único teste que vale.
Todo apontamento indica o trecho do documento e o elemento do projeto de onde veio. Um parecer que não pode ser conferido não serve para instruir processo nenhum.
Reprocessar os mesmos arquivos produz exatamente o mesmo laudo. Sem isso não existe auditoria, não existe comparação entre revisões e não existe defesa técnica.
Assinado antes de qualquer documento técnico sair da sua rede. Nenhum material de cliente é usado como exemplo sem autorização escrita.
O trabalho de calibração inicial é caro dos dois lados. Vale a pena quando existe volume e existe consequência formal em errar - e não vale quando não existe.
Dizer isso agora custa muito menos do que descobrir na terceira reunião. Se o seu caso está na coluna da direita e ainda assim você quer conversar, escreva - eu digo com franqueza o que dá e o que não dá para fazer.
Ótimo - e qual planilha roda do lado dele? A CIVA não vem substituir o que já está instalado e funcionando. Ela vem construir o pedaço que ficou de fora e que hoje é feito à mão, em volta do que você já tem.
Não. A CIVA aponta, classifica e fundamenta cada divergência, indicando exatamente onde ela está no memorial e no projeto. Quem corrige é o projetista, que é quem responde tecnicamente pelo desenho.
Não, e nunca vai substituir. A conferência instrui o trâmite: ela faz a divergência aparecer antes do protocolo, quando corrigir ainda é barato. A responsabilidade formal continua inteira com o responsável técnico e com o órgão.
Depende do volume de empreendimentos por ano e da matriz de atributos da sua operação. O que existe é uma faixa de implantação, uma assinatura mensal e um valor por empreendimento excedente - mas nenhum desses números significa nada antes de a gente ver os seus arquivos.
É exatamente para isso que a amostra é sem custo: para conversar preço com número na mão, e não com estimativa.
NDA assinado antes de eu receber qualquer arquivo - não depois, não junto. Nenhum material de cliente é usado como exemplo, referência ou peça comercial sem autorização escrita. O Laudo-Amostra é seu, mesmo que a conversa termine ali.
Para receber a conferência, não. O estudo é um arquivo que abre em qualquer navegador, sem instalação, e pode ser anexado a um processo interno ou a um protocolo. Quando o trabalho envolve integração com sistemas da própria empresa, isso entra no escopo escrito, com o time de TI na conversa desde o começo.
Os dois caminhos começam com um entregável sem custo e sem compromisso. Nenhum deles começa com uma reunião de apresentação.
Você manda o memorial de um empreendimento já entregue. Em cinco dias úteis recebe a lista de inconsistências que ele tem por dentro.
Pedir o Laudo-Amostra →Você me diz qual é, em uma linha. Se for do tipo de problema que eu resolvo, marcamos uma hora com quem opera - e o mapa vem em cinco dias.
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